Destaque do Santos de Sampaoli pede ao Monaco, seu atual clube, para que seja negociado; entenda!

Nem sempre a ida de brasileiros para a Europa está relacionada a sucesso e prestígio! Por mais que o jogador tenha passado por boas experiências em seu país de origem, quando chega no Velho Continente, muitas coisas além da adaptação costumam vir à tona, dificultando os profissionais nas sequências de jogos.

Um caso recente é do lateral Jorge, ex-Santos. Conhecido como uma das peças principais do elenco comandado por Sampaoli, o defensor embarcou para o Monaco, com quem acertou um contrato até junho de 2022, porém, desde que chegou ao local, só teve duas oportunidades oficiais neste ano.

Tendo em vista a vontade de estar atuando ativamente, segundo o GloboEsporte.com, de acordo com seu empresário Eduardo Uram, existe o interesse dele em deixar a França e ser negociado.

“Fizemos uma videochamada com diretores do Monaco e tivemos que ser claros porque depois de tantos anos nessa profissão, a gente entende que o jogador, para estar bem, para estar feliz, tem que estar de corpo e alma. E o Jorge está num momento que não se sente de corpo e alma no Monaco”, disse o empresário.

Revelado pelo Flamengo, Jorge foi negociado pela alcunha de R$30 milhões. Sondado por grandes clubes da Espanha, Itália, Alemanha e até mesmo do Brasil, ele acabou optando pela ida para a França. Mas, na atualidade não lhe interessa o regresso ao futebol brasileiro.

“A gente expressou com todas as palavras o desinteresse de permanecer e o desejo de buscar novos ares”, comentou o agente.

Atualmente, com 24 anos, ele coleciona sua segunda ida para a Europa, antes de jogar pelo Santos, ele passou pelo Porto, de Portugal, mas fez apenas tês partidas com a camisa do clube.

Deixando de lado qualquer problema com elenco, diretoria, ou comissão técnica, o empresário do craque confirmou que a solicitação de saída é justamente para desbravar novos ares.

“Não era uma questão específica da comissão técnica, ele tinha bom relacionamento com todos. Não é a chegada de um novo treinador, nem a titularidade. Passa por um esgotamento, busca por novo desafio”, finalizou.

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